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Cântico Novo


Cantai um cântico novo, O Senhor fez maravilhas
Cantai ao nosso Deus, cantai.

Uma obra simples, mas cheia de beleza, da autoria do Pe. Joaquim dos Santos. São raros os cânticos musicados para  final da celebração, e este pode ser utilizado nessa altura. É uma música mariana, sendo possível cantá-la em vários momentos, tanto no Advento, como em todas as festas a Nossa Senhora, no mês de Maio, e no restante Tempo Comum. É uma excelente escolha para a nossa Liturgia, como podemos ouvir na interpretação do Grupo vocal Ançã-ble (2008). Esta obra encontra-se na Nova Revista de Música Sacra, no número 10.




O Senhor alimentou-nos

O Senhor alimentou-nos com a flor da farinha
e saciou-nos com o mel dos rochedos

Antífona de Entrada da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, musicada pelo Pe. Carlos Silva para coro a 4 v.m..


Paixão NSJC segundo S. João



"Desde a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II e a consequente introdução do vernáculo na Liturgia da Palavra abriu-se um fosso na continuidade da veneranda tradição do canto da narração da Paixão por três diáconos e coro representando as turbas. (...) As turbas foram compostas por Pedro Miranda e é também da sua responsabilidade a adaptação à língua portuguesa do tom, isto é, forma melódica, usada tradicionalmente em Portugal desde o séc. XVI e teve a sua primeira edição impressa da responsabilidade de Frei Estêvão de Cristo, em 1595 (cfr. PEDROSA CARDOSO, J.M., O canto litúrgico da Paixão em Portugal nos séc. XVI e XVIII, Faculdade de Letras, Coimbra, 1998. Tese de doutoramento. [Actualmente encontra-se editada pela Universidade de Coimbra]). A fonte utilizada foi precisamente esse primeiro passionário lusitano impresso. Cantada na Igreja Matriz de Ançã desde 1991, esta paixão veio também a ser cantada na Sé Catedral de Coimbra na Sexta-Feira-Santa de 1996, tendo nessa altura sido objecto de aprovação e reconhecimento informal das autoridades eclesiásticas locais."


Recitativos: Estêvão de Cristo (1595)
Turbas: Pedro de Miranda (1991)



I.P.S.A.R - Cantus Passionis D.N.J.C. - ANÇÃBLE (cd)

Stabat Mater


Stabat mater dolorosa
juxta Crucem lacrimosa,
dum pendebat Filius.

Começa hoje, Quarta-feira de Cinzas, a Quaresma! 
Aqui deixo uma belíssima obra de Kodaly (1982-1967), Stabat Mater.
Stabat Mater (do latim "Estava a Mãe") é uma seqüencia do século XIII atribuído a Jacopone da Todi, onde se  fala do sofrimento de Maria, mãe de Jesus, durante a crucificação.


Aqui está a partitura:

                                                                                           

Dou-vos um mandamento novo | F. Silva


O ambiente é de intimidade... Jesus, naquela última ceia de Páscoa, com os amigos, já Judas tinha saído para O entregar... As palavras começam a soar a despedida, e a «testamento». Como que resumindo os anos que passou com eles, dá-lhes um mandamento: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros».


"Dou-vos um mandamento novo" da autoria de F. Silva. É adequado para a Missa da Ceia do Senhor, mas poderá ser uma boa opção para o Domingo VII do Tempo Comum, como cântico de Comunhão.



Esta música foi cantada na ordenação de um presbítero na Diocese de Aveiro:

Pai, Filho, Espírito Santo

Baptismo - El Greco (1541-1614)



"A descida de Jesus ao Jordão, não é, de facto, um mero gesto de purificação, para nosso exemplo ou imitação! Ao mergulhar nas águas turvas daquele rio, é o próprio Filho de Deus que manifesta o seu propósito de descida ao mais fundo da nossa humana condição. É Deus que se faz ao abismo da nossa miséria, que se faz pecado, entre os pecadores, ali desce, para daí nos fazer subir, até nos elevar, às alturas da sua dignidade divina. 
Todavia, este “mergulho” de Jesus, no abismo da nossa condição, chegará, ao mais fundo, quando chegar a hora do seu baptismo de fogo: a hora da paixão e da Cruz, quando Ele descer ao abismo da morte, da qual se levantará vitorioso e ressuscitado! Este Baptismo de Jesus no Jordão não é senão antecipação do seu verdadeiro baptismo de sangue, na Cruz! "

Pe. Amaro Gonçalves in ABC da Catequese





Duas versões da obra da autoria do Pe. António Cartageno  para (a) Festa do Baptismo do Senhor e (b) Solenidade da Santíssima Trindade.

a) Para a Festa do Baptismo do Senhor

a) Para a Solenidade da Santíssima Trindade


Interpretação do Grupo Coral de Jovim, na Festa do Baptismo do Senhor:

Carmen Fatimale

Decidi começar o ano com uma obra de maior beleza, que tanto enobrece e santifica a música sacra portuguesa – “Carmen Fatimale” de Joaquim dos Santos. Neste ano que começa, e muito infortunado por sinal, vale a pena refletir nos propósitos de paz e de esperança da Nossa Senhora de Fátima. Pessoalmente, não sei o que mais dizer, ouçam e tirem as vossas conclusões.
A obra foi composta para coro e orquestra, sendo que aqui, encontra-se a versão reduzida para orgão e coro por Nuno Costa.



A gravação pertence ao Grupo Vocal Ançã-ble, 2009.





Para mais informações sobre esta obra: http://maestrojoaquimdossantos.blogspot.com/

Na terra Se fez carne

"O Verbo fez-Se carne e habitou no meio de nós" (Jo. 1,14)

"Na terra Se fez carne", uma bela música para o tempo de Natal  do padre Joaquim dos Santos e que pode ser utilizada em diversos momentos da celebração. A música está concebida para coro a quatro vozes mistas e órgão.


A execução da obra, que pode ser vista no Youtube, é do Grupo Vocal Ançã-ble, Isaías Hipólito no 
órgão e Pedro de Miranda na direcção.

Intróito de Santa Maria, Mãe de Deus




"Neste primeiro dia do ano, a Igreja fixa o olhar na celeste Mãe de Deus, que traz nos braços o Menino Jesus, fonte de toda a bênção. «Salve, santa Mãe canta a liturgia: tu deste à luz o Rei que governa o céu e a terra pelos séculos dos séculos». No coração materno de Maria ressoou, enchendo-o de admiração, o anúncio dos anjos de Belém: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados» (Lc 2, 14). E o Evangelho acrescenta também que Maria «conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Como Ela, também a Igreja conserva e medita a Palavra de Deus, confrontando-a com as diversas e mutáveis situações que encontra ao longo do seu caminho."

Bento XVI, 2006

Intróito da Festa de Santa Maria, Mãe de Deus musicado pelo padre Ferreira dos Santos

O Magnum Mysterium

Neste Natal gostaria de apresentar uma música que para mim traduz todo este mistério e divindade que é o Nascimento de Jesus. "O Magnum Mysterium" de Francis Poulenc é uma música abençoada com elevada beleza. Este motete encontra-se inserido na obra "Quatro motetes para o Natal" e a interpretação é de Robert Shaw festival singers e a orientação de Robert Shaw:


Para os que partilham a beleza desta música comigo, aqui vai a partitura:

Aleluia

Esta Aclamação ao Evangelho que proponho para a Páscoa é de uma adaptação de Marco Frisina do famoso «O filii et filiae». A música encontra-se na versão italiana, mas é só adaptar os versículos para português.
 

A versão que encontrei no Youtube é do Coral da Arquidiocese de Campinas.

Veni Veni Emmanuel

Embora o objectivo principal deste blogue seja divulgar a música portuguesa, tinha de divulgar esta. Trata-se de uma belíssima harmonização de Zóltan Kodály (1882-1967) da música gregoriana "Veni Veni Emmanuel". Atrevam-se a cantá-la neste Advento.



O vídeo é da autoria do L'Accorche-Choeur, Ensemble vocal Fribourg.

O Vos Omnes

O seguinte motete, "O Vos Omnes",  encontra-se inserido na obra: “Motetes para um tempo de Paixão” da autoria de Eurico Carrapatoso. É uma obra para soprano solista e coro a cappella, com uma duração aproximada de trinta minutos. Está dividida em catorze números, sete deles em latim e os outros sete em português. Os números em latim ( "Timor et tremor", "In monte Oliveti", "Tristis est anima mea", "Vinea mea electa," "Tenebrae factae sunt", "Caligaverunt oculi mei" e "O vos omes" ) alternam com harmonizações de velhas melodias populares portuguesas do quadro da Paixão, extraídas dos Cantares do povo português de Rodney Gallop e do Cancioneiro popular português de Michel Giacometti / Lopes-Graça.



Pode ouvir  o motete no seguinte vídeo. A interpretação é do Coro Officium e a direcção de  Pedro Teixeira:


Um grande obrigado ao compositor Eurico Carrapatoso por gentilmente ter cedido a partitura.

Kyrie | Missa de Angelis


Apresenta-se uma adaptação do famoso "Kyrie VIII" da Missa De Angelis. A assembleia e o coro cantam inicialmente a melodia gregoriana, e posteriormente, o coro canta uma pequena composição polifónica da autoria de M. Saroldoni.






«Kyrie» é o vocativo da palavra grega Kyrios, que significa «Senhor», e, no NT, aplica-se sobretudo a Jesus Cristo. Na liturgia, é o nome com que se designam as invocações do rito de entrada da Missa: «Kyrie, eleison; Christe, eleison» («Senhor, tende piedade de nós; Cristo, tende piedade de nós»).

Virgem Formosa

A partitura "Virgem Formosa"  é da autoria de Manuel Faria (1916-1983) e o texto é de um poema de Bocage.
   
O vídeo seguinte é do grupo Ançã-ble:

O Cordeiro que foi imolado


Obra da autoria do Pe. António Cartageno para a Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo. Encontra-se composta para 4 v.m.. 



Senhora, nós Vos louvamos

Versão polifónica da obra maior Senhor, nós Vos louvamos, da autoria do Pe. Manuel Faria (1916 - 1983), com letra do Pe. Moreira das Neves. Apresenta-se primeiramente a versão para 4 v.m. (a mais conhecida e também cantada) e  posteriormente uma digitalização da versão para 4 v.i. e órgão.

Versão para 4 v.m.


(clique na imagem)

Uma bela interpretação pelo Grupo Vocal Ançã-ble:






Versão para 4 v.i.


Tomai, Senhor e recebei

Uma das música mais bonitas para liturgia. Tomai, Senhor e recebei do Pe. Joaquim dos Santos.

(clique na imagem)


Esta bela música, com o respectivo arranjo, pode ser ouvida no seguinte vídeo: