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Saciai-nos desde a manhã


Cântico de entrada para a celebração do Matrimónio, musicada pelo Pe. José Joaquim Ribeiro, da Diocese do Porto. A obra encontra-se tripartida - Antífona, Refrão, Estrofes - e composta para coro a 4 v.m. e órgão (no refrão). Possui ainda uma coda opcional para os coros com mais capacidades.
Sendo as obras para a liturgia da celebração do matrimónio escassas, esta é mais uma excelente ajuda para que os grupos corais possam melhorar e completar o seu reportório.


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O Senhor libertou-me


Salmo Responsorial da Solenidade de S. Pedro e S. Paulo, apóstolos musicado pelo Padre José Joaquim Ribeiro, da Diocese do Porto, para uma voz e órgão. Não são muitas as obras musicais para esta solenidade, sendo esta uma mais valia para a Liturgia, que este ano coincide com o XIII Domingo Comum.

Jesus, nossa redenção


Um belo hino da Liturgia das Horas, musicado pelo Pe. Manuel Luís, para este tempo da Quaresma. Encontra-se harmonizado para órgão por José Ribeiro.

O Cordeiro de Deus



Uma das obras mais conhecidas e cantadas da autoria do Pe. Carlos Silva. A simplicidade e a beleza estão sempre presente nas músicas do autor, e a esta ninguém lhe fica indiferente.



Harmonizações para órgão:

    António Mário Costa (1)

    António Mário Costa (2)

    José Joaquim Santos







Vida eternamente oferecida

Ao aproximar-se a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, aqui fica uma interessante sugestão da autoria de José Ribeiro e com letra de Pe. Sérgio Leal. Esta obra encontra-se musicada para coro a quatro vozes mistas e é acessível a qualquer coro habituado a cantar obras a vozes mistas. 

"Vida Eternamente Oferecida é um cântico eucarístico que canta Cristo, Pão da Vida, como vida que se parte e se reparte em dom de amor e alimento que sacia a nossa caminhada. Mistério de Amor, Pão partido e repartido, assim se apresenta aos nossos olhos a vida do Senhor Jesus, nesta Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo e, por isso, este cântico, sublinha esta dimensão da doação de Cristo, que na Cruz Se deu total e definitivamente: oferta de amor que a Eucaristia perpetua no tempo e na história como mistério da nossa fé e que nos envia como testemunhas da paz e da alegria, fazendo de cada um de nós, pão partido e repartido, entrega generosa a quantos connosco trilham os caminhos da vida."
Pe. Sérgio F. Leal

Vem Salvador do mundo



Vem, Salvador do mundo,
Jesus fonte de vida,
Trazer o homem velho
Às fontes d’água viva ,
Às fontes d’água viva.

No seio d’águas puras
P’la força do Altíssimo
A Igreja, Mãe fecunda
Gerou-nos para a vida,
Gerou-nos para a vida.

Jesus, Luz verdadeira
Que brilha neste mundo,
Aos cegos de nascença
Vem dar a luz da glória,
Vem dar a luz da glória.



Provavelmente este hino será conhecido por todos os coros. Esta melodia que traduz o recolhimento e a introspecção é perfeita para este tempo de Quaresma. Canto-o muitas vezes, no meu dia a dia...
Esta versão contém uma harmonização para órgão da autoria de José Joaquim Ribeiro, com o objectivo de ajudar muitos organistas a dar um brilho especial a esta música.

Mestra do Anúncio, Profecia do Amor






Aproveitei o dia de hoje, 13 de Outubro, para publicar o hino do centenário das aparições. Intitula-se "Mestra do Anúncio, Profecia do Amor" cujo o autor da letra é Marco Daniel Duarte, vencedor do concurso. Relativamente à música, o júri constituído pelas mais diversas identidades conhecidas na área,  P. Virgílio Antunes, P. Vítor Coutinho, Eugénio Amorim, Joana Carneiro e Paulo Lameiro, decidiu premiar a obra de José Joaquim Santos Ribeiro. Aproveitando facto de conhecer bem o vencedor, decidi colocar-lhe algumas questões sobre a sua obra e o seu autor, para dar a conhecer a muitos que ainda não ouviram falar dele. Não tenho nenhuma  arte jornalística, a conversa foi informal.

José Joaquim Santos Ribeiro é um seminarista do Porto, a frequentar o 5º ano de Teologia. Natural de Lobão, Santa Maria da Feira, desde cedo contactou com a música: quer litúrgica quer filarmónica. Foi aluno de órgão de Tadeu Filipe e António Mário e acabou recentemente o Curso Nacional de Música Litúrgica, em Fátima. 

José, como reagiste quando soubeste que a tua obra foi a vencedora?
José:  Lembro-me que naquela 6ª feira a seguir à Páscoa vi uma carta lá em casa endereçada a mim, cujo remetente era o Santuário de Fátima. Abri a carta e comecei a ler, mas aquela hora não era propícia para leituras de discursos formais, por isso não percebi o texto à primeira, só depois de umas quantas releituras e que percebi o que se tinha passado.
Confesso que foi um momento de grande surpresa, pois não contava com semelhante feito. Depois foi o momento de informar aqueles que tão vivamente me incitaram a mandar uma proposta musical para o hino.
Que motivos te levaram a concorrer? 
José: Os motivos que me levaram a mandar uma proposta tem nome: Natércia Teixeira e Ivo Brandão. A ambos dei uma resposta negativa quando me informaram que o Santuário tinha lançado um concurso para a musica do Hino do Centenário das Aparições. O Ivo Brandão não se rendeu a minha primeira resposta, e lá me foi instigando para eu mandar algo, já mais para o final era ao contrário.
Resumindo, não tinha pretensões de concorrer nem de ganhar, mandei uma proposta porque eles os dois me “chatearam”.
Poderias descrever um pouco a obra ? 
José: Começando conforme o hino se apresenta, as estrofes, e sua harmonização para 4 v.m., foram concebidas tendo consciência da realidade que temos, essencialmente, no nosso país. As estrofes iniciam-se a uma só voz e depois vai havendo um crescendo progressivo que culmina no Refrão.

O Refrão traduz um pouco a Marcha que o Povo de Deus faz em direcção a Cristo, movido pelo exemplo de Maria e pela Mensagem que proferiu em Fátima. Procurei que a melodia fosse bastante fácil de assimilação.
Quais foram os desafios que enfrentaste  ao compor esta obra?
José: Quando comecei a ler o texto deparei-me com algo de conteúdo muito rico, mas depois na analise formal vi que a prosódia não era perfeita, coisa que condicionou muito depois a condução melódica e rítmica das estrofes. Isto revelou-se um desafio pois tive de minimizar a acentuação de sílabas átonas.

Para o Refrão optei por repetir a meio o primeiro verso para assim ter uma estrutura quaternária, o que e muito mais confortável para se conceber uma melodia de fácil aprendizagem.
Este reconhecimento vai-se reflectir, no futuro, numa maior dedicação à música?
José: Entendo a musica sacro-litúrgica como meio de louvor a Deus e de evangelização. Porei  os meus conhecimentos em pratica naquilo que for preciso e solicitado. 
Se me e permitido faço aqui um agradecimento aos meus dois amigos já referidos e ao Dr. António Mário Costa, meu estimado professor de Órgão no Seminario e harmonia no IV Curso Nacional de Musica Litúrgica, por me ter feito a correcção harmónica. 

A partitura encontra-se seguidamente, podendo ser encontrada também no site oficial do Santuário de Fátima. Um grande Bem Haja ao José pela entrevista e por todo o seu trabalho!


Versão para coro


Versão com órgão


Uma excelente interpretação da obra pelo Coro do Santuário de Fátima:

Tudo faço por causa do Evangelho


Tudo faço por causa do Evangelho

O cântico “Tudo faço por causa do Evangelho” foi elaborado para a “Missa-Nova” do Pe Hélder Libório, do presbitério Vila-realense. O referido cântico foi escrito com o intuito de ser cântico de Comunhão. Em primeiro plano temos uma antífona que explora de vários modos o texto base retirado de 1 Cor 9, 23. No refrão, em que Assembleia assume o papel principal, repete-se o mesmo texto. Poder-se-ia ter escolhido textos diferentes, mas dada a força do texto optou-se por repeti-lo de modo a ser verdadeiramente assimilado, tanto por quem ouve, como por quem canta. As estrofes, retiradas do Salmo 83, referem a alegria daqueles que querem fazer e/ou já fizeram experiência de estar perto de Deus. Essa alegria é ressaltada no quarto membro da salmodia, pois é precedida por um membro que se encontra escrito apenas para as duas vozes femininas. “Tudo faço por causa do Evangelho” não deve ser só um cântico meramente ocasional, mas sim o sentimento que atravessa o nosso coração, ao ponto de não ser ele a fazer parte de nós, mas sermos nós a fazer parte do Evangelho, de nos sentirmos co-responsabilizados naquilo que é a evangelização.
José Joaquim S. Ribeiro