Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

A Misericórdia do Senhor


"A misericórdia do Senhor, cantaremos para sempre."

Hino de Entrada para o tempo da Quaresma da autoria de F. Lapa. Simplesmente belo!

Versão Midi:


Uma interpretação do Grupo Coral de Jovim:

Domingo, 27 de Fevereiro de 2011

Pecámos Senhor


Pecámos Senhor. Tende piedade de nós.

Salmo Responsorial do I Domingo da Quaresma (ano A) musicado pelo padre Ferreira dos Santos.



Aqui fica a versão midi:

Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Diz o Senhor nosso Deus


Uma sugestão para o I Domingo da Quaresma: Diz o Senhor nosso Deus é da autoria do padre António Cartageno. Apenas composto para uma voz, com acompanhamento de órgão, este belo cântico abre-nos as portas para o tempo quaresmal.


Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Cordeiro de Deus


Mais uma sugestão para o Ordinário da Quaresma: Cordeiro de Deus da autoria de M. Madureira e harmonização do padre António Cartageno. Esta música provoca uma grande beleza e solenidade a este momento da celebração. Vale apena apostar numa música assim!

Ouçam o midi:

Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Louvor a Vós


Continuando com o tema da Quaresma e no seguimento da última publicação, coloco 2 sugestões de Aclamação ao Evangelho e alguns dos versículos musicados.

I


II



Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Senhor, tende piedade de nós


Uma sugestão de um Acto Penitencial para a Quaresma: "Senhor, tende piedade de nós" do padre Ferreira dos Santos.



Versão midi:

Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Onde há caridade verdadeira


"Onde há caridade verdadeira, aí habita Deus"

Estamos cada vez mais próximos do Tempo Quaresmal. Este, é um verdadeiro e profundo apelo à introspecção e à reflexão sobre a nossa condição humana. Oração, Jejum e Caridade – a Igreja nos impele. Penso que a caridade verdadeira será, porventura, uma das mais importantes e necessárias nos dias que correm. Num tempo em que se imagina a caridade apenas como utopia surge-me o exemplo da vida de Madre Teresa de Calcutá. Ela que nos dá uma das maiores lições neste mundo! Sempre que vi esta “simples senhora” a abraçar pessoas com todas as enfermidades do mundo, vi um sorriso no seu rosto... Um sorriso de Deus, certamente; pois onde há caridade verdadeira, aí habita Deus.
A partitura que hoje apresento poderá não ombrear com a sublime e exemplar vida, dedicada à caridade, de Madre Teresa mas, com certeza, que as sonoridades da mesma aliadas ao belíssimo e profundo texto indicam um caminho de entrega e amor a Cristo, traduzindo-se estes na Caridade. É aqui que a música do padre Joaquim dos Santos faz a sua missão. A beleza transcendente desta partitura, na simplicidade, induz a uma reflexão profunda à qual não devemos ter receio. As agruras e doçuras da mesma reflectem na perfeição a nossa condição humana e só assim faz sentido sentir a música. É, de facto, transcendente. E é, de facto, das minhas preferidas...
                                                            
A brilhante execução é do grupo vocal Ançã-ble, com direção de Pedro Miranda e Isaías Hipólito no órgão:


Senhor ouvi a minha súplica


Um maravilhoso hino quaresmal, "Senhor, ouvi a minha súplica" da autoria do padre Ferreira dos Santos. Sendo bastante elaborado, produz um efeito belíssimo quando cantado “a capella”. Poderá ser cantado, por exemplo, no Ofertório.

"Senhor ouvi a minha súplica,
o meu gemido a minha prece.
Senhor ouvi a a minha súplica,
o meu gemido a minha angústia.
Vergado ao peso do pecado
Pr´a Ti se eleva o meu olhar.

Deus Santo, Justo e Verdadeiro.
atende o grito do Teu Povo.
Deus Santo, Justo e Verdadeiro.
Tens sido a nossa protecção.
que lês o intimo do homem:
se julgas, quem se tem de pé?

Senhor Jesus Crucificado,
ao Teu Amor nos confiamos
Senhor Jesus Crucificado.
só Tu és nossa salvação.
Assim vencidos p´lo pecado.
Senhor, a quem devemos ir?"




Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

Desde a aurora Vos procuro


As características ambientais e celebrativas da Quaresma, já desde há séculos, são a ausência do Aleluia nos cânticos, a austeridade na ornamentação do espaço celebrativo (sem flores nem música instrumental), a cor roxa dos paramentos do sacerdote (menos no quarto domingo, «Lætare», em que se pode usar a cor rosa); os escrutínios catecumenais (o Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos coloca o rito de «eleição» para a última etapa catecumenal, no primeiro domingo da Quaresma e, a partir daí, várias reuniões de escrutínios); as missas estacionais, à volta do próprio bispo, originadas em Roma mas recomendadas para as outras igrejas em que pareçam convenientes; o exercício da via-sacra; a «confissão pascal», a celebração do sacramento da Reconciliação, como preparação imediata para a Páscoa


Dicionário elementar de LiturgiaJosé Aldazábal






Cântico próprio para o Tempo Penitencial, "Desde a aurora Vos procuro" da autoria do padre Joaquim dos Santos.


Interpretação do Grupo vocal Ançã-ble. Gravado em Setembro de 2008, Rio Longo.


Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

Nem só de pão vive o Homem


Quaresma...

Para dar sentido a este período, como preparação da Páscoa, teve certamente grande influência o simbolismo bíblico do número quarenta: os episódios de quarenta dias do dilúvio, antes da aliança com Noé; de Moisés e os seus quarenta dias no monte; do Povo de Israel e os seus quarenta anos pelo deserto; de Elias caminhando quarenta dias para o monte do encontro com Deus; e, sobretudo, os quarenta dias de Jesus no deserto, antes de começar a sua missão messiânica. Estes episódios têm em comum o significado de um tempo de prova, de purificação e de preparação para um acontecimento importante e salvador. «Todos os anos, pelos quarenta dias da Grande Quaresma, a Igreja une-se ao mistério de Jesus no deserto» (CIC 540).

A Quaresma começava originariamente no Domingo. Mas, mais tarde –séculos VI-VII – acentuou-se como característica determinante o jejum, e como, aos domingos, não se jejuava, adiantou-se o seu início para a quarta-
-feira anterior ao primeiro domingo, a que de imediato se chamou «de Cinzas», para que a Páscoa fosse precedida de quarenta dias de jejum efectivo. E, ainda se foi antecipando mais a preparação com os Domingos da Quinquagésima, Sexagésima e Septuagésima, que, na última reforma, foram suprimidos.


Dicionário elementar de LiturgiaJosé Aldazábal





"Nem só de pão vive o Homem", música de Manuel Simões para 4 v.m.. É adequada para este I Domingo da Quaresma, como cântico de Comunhão.



Uma gravação do Coro do Santuário de Fátima:

Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Louvor e Glória a Vós



Quaresma...

Vem do latim, quadragesima dies (o dia quadragésimo, antes da Páscoa). É o tempo de preparação «pelo qual se sobe ao monte santo da Páscoa», como o descreve o Cerimonial dos Bispos (CB 249). Começa em Quarta-Feira de Cinzas e termina pela tarde de Quinta-Feira Santa, antes da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com que se inaugura o Tríduo Pascal.
A Quaresma organizou-se a partir do século IV. A sua história anterior não é muito clara. Parece que o seu gérmen original foi o jejum pascal de dois dias, na Sexta e no Sábado antes do Domingo da Ressurreição, espaço que, a pouco e pouco, se alargou a uma semana, depois a três e, segundo as diversas regiões, sobretudo nas do Oriente, como o Egipto, até às seis semanas ou quarenta dias. Em Roma, a Quaresma já estava constituída, entre os anos 350 e 380...


Dicionário elementar de LiturgiaJosé Aldazábal





"Louvor e Glória a Vós", uma Aclamação ao Evangelho musicada pelo padre António Cartageno e que poderá ser utilizado nas diversas celebrações da Quaresma.


Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

Ele me chamará


O tempo da Quaresma aproxima-se...
Este tempo é especialmente marcado por alguns sinais especiais na liturgia, tendo a música um papel fundamental. As próximas publicações deste blogue terão como objectivo preparar os grupos corais para este tempo litúrgico.
Começaremos por "Ele me chamará", Antífona de Entrada do I Domingo da Quaresma, musicada pelo padre Ferreira dos Santos. A Antífona está musicada para coro a 3 v.m, sem grande complexidade, mas para os coros com mais dificuldades, poder-se-à cantar apenas o Refrão, que apesar de ser curto, possui uma elevada imponência, juntamente com os versículos a 3 v.m.. 



Aqui fica o midi da música:

Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Só em Deus descansa

      Só em Deus descansa a minha alma,
      d’Ele me vem a salvação.
      Ele é meu refúgio e salvação,
      minha fortaleza: jamais serei abalado.

      Minha alma, só em Deus descansa:
      d’Ele vem a minha esperança.
      Ele é meu refúgio e salvação,
      minha fortaleza: jamais serei abalado.

      Em Deus está a minha salvação e a minha glória,
      o meu abrigo, o meu refúgio está em Deus.
      Povo de Deus, em todo o tempo ponde n’Ele
            a vossa confiança,
      desafogai em sua presença os vossos corações. 


Salmo 61(62), 2-3.6-7.8-9ab

Salmo Responsorial do VIII Domingo do Tempo Comum, ano A. A autoria da música é do padre Ferreira dos Santos.

Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Meu Senhor, eu Vos amo


"Sois o meu protector e o meu refúgio, Senhor;
sois o meu libertador; meu Deus, em Vós confio."



"Meu Senhor, eu Vos amo", a paráfrase ao Salmo 17, musicada pelo padre António Cartageno. Este cântico pode ser uma excelente escolha para a música de Entrada do Domingo VIII do Tempo Comum.

Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011

Dou-vos um mandamento novo


O ambiente é de intimidade... Jesus, naquela última ceia de Páscoa, com os amigos, já Judas tinha saído para O entregar... As palavras começam a soar a despedida, e a «testamento». Como que resumindo os anos que passou com eles, dá-lhes um mandamento: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros».



"Dou-vos um mandamento novo" da autoria de F. Silva. É adequado para a Missa da Ceia do Senhor, mas poderá ser uma boa opção para o Domingo VII do Tempo Comum, como cântico de Comunhão.



Esta música foi cantada na ordenação de um padre na Diocese de Aveiro:

Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

Eu confio, Senhor, na Vossa bondade


Uma excelente escolha para o VII Domingo do Tempo Comum. " Eu no confio, Senhor, na Vossa bondade" é da autoria de F. Lapa.
 " Apresenta-se quase em compasso composto, mas assim escrito pretende evitar a tentação de ligeireza ou dança. O andamento deve ser moderado. As mudanças de compasso marcam as conclusões de cada parte (são sempre colcheia igual a colcheia). A singela imitação, insistente, sobre "o meu coração" contém um crescendo natural até sublinhado homofónico de "alegra-se". 
O Salmo pode ser cantado por dois solistas ou dois pequenos coros. Apesar do compasso instável, está tudo medido. Pede-se que se cante como um verdadeiro salmo que é, com as naturais flutuações de andamento que a articulação das melodias (palavras) sugerem."
BML 133-134

Aqui fica a versão Midi:

Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011

Recebemos do Senhor


Recebemos do Senhor um mandamento novo:
Amemo-nos uns aos outros como Ele nos amou.

Este belo hino, da autoria do padre Manuel Luís, é próprio para a Missa da Ceia do Senhor, mais concretamente para o Lava-pés. Mas também é liturgicamente adequado para o Domingo VII do Tempo Comum.



Aqui está uma gravação da música a 1 voz:

Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

O Senhor veio em meu auxílio


Esta Antífona de Entrada do VIII Domingo do Tempo Comum é fantástica. A antífona é bastante harmoniosa e o refrão é simples, permitindo a participação de toda a Assembleia. "O Senhor veio em meu auxílio" é da autoria do padre Azevedo de Oliveira.


Aqui fica na versão midi:

Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Por Vossa imensa bondade


"Por Vossa imensa bondade", um bela sugestão para cântico de Entrada para o VII Domingo do Tempo Comum. É da autoria do padre António Cartageno.

Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

Sede a Rocha


Uma sugestão para o Cântico de Entrada do VI Domingo do Tempo Comum: "Sede a Rocha" de Manuel Simões.

Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

Crux Fideles


Estava eu a "navegar" pelo Youtube, quando descobri esta maravilhosa gravação do "Crux Fideles" do nosso Rei D. João IV. Senti-me português!


É fantástica, não é?
Para os interessados, a partitura encontra-se em baixo:

 
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