Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010

Jesus Cristo, luz das nações

Mais um belo cântico de Advento, "Jesus Cristo, luz das nações", da autoria do padre Ferreira dos Santos.

Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010

Oh! Vinde enfim, eterno Deus!

Mais uma partitura para o Advento, desta vez uma melodia brasileira do século XVII que foi harmonizada por Maria Lúcia Paschoal. A música chama-se "Oh! Vinde enfim, eterno Deus!".


A interpretação desta música é do coro da Arquidiocesde de Campinas:

O Coro da Arquidiocese de Campinas nasceu no ano de 2008 dentro do Curso de Extensão em Música Litúrgica da Arquidiocese de Campinas, pela necessidade de se formar um grupo menor que pudesse atender aos inúmeros convites de paróquias da Arquidiocese que queriam o Coro do CEMULC presente em suas celebrações. Como o Coro do CEMULC é formado por todos os alunos matriculados (em média 400 alunos semestralmente) essa participação se tornaria inviável. Então a direção do CEMULC abriu os testes de seleção e o primeiro grupo de alunos passou a ensaiar semanalmente no início de 2008. Nesse curto período de atividades o Coro participou de várias celebrações eucarísticas, destacando-se a sua performance na visita do núncio apostólico para o Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri (2008), na Assembleia Geral da CNBB (2009) e no VII Festival de Música Sacra de Campinas (2009), Concerto de Natal (2008-2009), Missa de Posse da Reitoria da PUC Campinas (2010), Magnificat de Vivaldi com a Orquestra Filarmônica de Itu (2010), Missa de Ordenação Episcopal do Mons. Pedro Carlos Cipolini (2010). Desde 2009, o Coro dedica-se à gravação do Hinário Litúrgico da Arquidiocese de Campinas.

Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

O Senhor virá

Cântico de entrada para o Advento: "O Senhor virá" da autoria de S. Cordeiro, da comunidade  Servos de Cristo Sacerdote.

Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Maranatha! Vinde Senhor Jesus!

Uma música para o tempo de Advento, "Maranatha! Vinde Senhor Jesus!", da autoria do padre Manuel Luís e harmonizado para 3 v.m. pelo padre António Cartageno.


Sábado, 23 de Outubro de 2010

Jesus, esperança e guia

"Jesus, esperança e guia", um belo hino de Advento da autoria do padre Ferreira dos Santos.

Um obrigado a Pedro Rodrigues, por me ter enviado a partitura.

Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Esplendor que vem de Deus




Mais uma música para o tempo de Advento, que pode ser utilizada no III Domingo do Tempo Comum . "Esplendor que vem de Deus" é da autoria do padre  Manuel Faria (1916-1983).


                                                Esplendor que vem de Deus,
                                                Luz da Luz, fonte de vida:
                                                Brilhai sobre a humanidade
                                                Nas trevas escurecida.
                                                Sois o Filho muito amado
                                                Em quem o Pai se compraz:
                                                Sol da graça e de justiça,
                                                Caminho da nossa paz. 
                                                Vinde iluminar a terra
                                                E abrasá-la em vosso amor:
                                                Ó Luz plena e verdadeira
                                                Ficai connosco, Senhor.
                                                Glória a Vós Senhor Jesus,
                                                E a Deus Pai omnipotente
                                                E ao Espírito Paráclito,
                                                Glória a Deus eternamente. 
                                                Amen.



Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Povo de Sião


Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. São quatro semanas de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. Dedicaremos as próximas publicações às músicas deste tempo que se aproxima!

"Povo de Sião" da autoria de João Gamboa é um bom cântico de entrada para o II Domingo de Advento.

Povo de Sião


A gravação desta música é da autoria do Coral da Arquidiocese de Campinas (Brasil) e o director é Clayton Dias, que agradeço a amabilidade de me ter fornecido a partitura.

Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010

Manuel Faria


Manuel Faria nasceu em S. Miguel de Seide em 1916. Fez estudos gerais e de música no Seminário Arquidiocesano de Braga e terminou o curso de Teologia naquele estabelecimento de ensino, seguiu para Roma em 1939, onde estudou no Instituto Pontifício de Música Sacra, nomeadamente com Rafael Casimiri e Licinio Recife, obtendo o diploma de maestro em composição e a licenciatura em canto gregoriano. Em 1945 regressa a Braga onde é nomeado professor do Seminário, iniciando uma intensa e múltipla actividade no ensino, na direcção coral, na animação musical religiosa, dedicando-se ainda intensamente à composição, à crítica musical,etc.
Foi bolseiro do Instituto de Alta Cultura e ainda da Fundação Gulbenkian para estudos que realizou mais tarde em Itália, com Boris Porena (aluno de Petrassi). Foi Prémio Nacional de Composição "Carlos Seixas" da Secretaria de Estado de Informação e Turismo, em 1971. Foi director durante anos do Orfeão de Braga, e foi um dos fundadores e directores da "Nova Revista de Música Sacra" publicada em Braga, além de animador de movimentos vários entre os quais a criação de grupos corais populares e cursos de órgão destinados a amadores das aldeias. Regeu durante anos um Curso Livre da Harmonia destinado a estudantes de Humanidades, Filosofia e Teologia dos Seminários. 
A produção de Manuel Faria como compositor alargou-se aos mais variados domínios da expressão musical, da música pura à música funcional e de circunstância, da música coral e sinfónica à música de ópera: missas em latim e em português para coros com órgão ou orquestra, motetes, responsórios, inúmeros cânticos religiosos destinados às cerimónias litúrgicas; entre as centenas de breves páginas de música religiosa popular que escreveu não raras vezes se podem encontrar pequenas jóias de música coral. 
O tratamento coral e sinfónico da música popular foi uma constante das suas preocupações, quer integrando-se quer estilizando-se em obras de formação sinfónica, quer em formações corais, domínio em que Manuel Faria está na primeira linha dos compositores portugueses. Um melodista nato, manejando com destreza uma certa técnica contrapontística, os modelos clássicos e algumas aquisições das primeiras décadas deste século nomeadamente a politonalidade, processos neoclássicos, a série de doze sons, Manuel Faria consegue imprimir à sua música o carácter a um tempo popular e erudito, numa síntese por vezes extremamente eficaz. Isto está já presente nas obras da juventude, antes de partir para Roma, ainda autodidacta, e cuja inspiração melódio-harmónica e até formal, não é inferior a muito do que virá a compor bastantes anos mais tarde. É sobretudo de raro requinte o seu tratamento de pequenas formas populares ou textos latinos, do melhor no género em Portugal. Uma sólida formação clássica reflete-se não só na sua obra de compositor (estética e filosoficamente inacabada) como na sua actividade crítica servida por uma aguda compreensão do fenómeno interpretativo (é vulgar a sua sensibilidade e perspicácia), e por uma expressão literária que lhe advém de sólida formação humanística.
Manuel Faria foi indubitavelmente um dos maiores músicos portugueses, cujo talento de compositor, circunstâncias e factores impediram de desenvolver e realizar integralmente, facto que uma intensa actividade nos mais variados sectores musicais explica em parte. Este enorme talento de compositor tem sido, efectivamente, ofuscado por outras actividades (sem esquecer o fantasma do binómio Lisboa-província, disso vítima Manuel Faria), mas que a sua produção múltipla e multifacetada deixa claramente advinhar.


Terça-feira, 19 de Outubro de 2010

Panis quem Ego dabo

Se houve período em que a música portuguesa teve um momento de glória, um deles foi sem dúvida o Renascimento. Grandes compositores como Manuel Cardoso (1566-1650), Duarte Lobo (1565-1647), Estevão de Brito (1575-1641) e Pedro de Cristo (1550-1618) são alguns bons exemplos desse termpo.
A seguinte partitura é da autoria de Pedro de Cristo e intitula-se "Panis quem Ego dabo".

D. Pedro de Cristo nasceu em Coimbra em 1550 e faleceu também em Coimbra a 16 de Dezembro de 1618. Professou em 1571 no Mosteiro de Stª Cruz em Coimbra, no qual foi cónego regente e onde passou a maior parte da sua vida, tendo também estado em S. Vicente de Fora (Mestre da Capela). Dentro da música religiosa foi um dos maiores polifonistas do séc. XVI.

Domingo, 17 de Outubro de 2010

Gavisi Sunt Discipuli

Hoje em dia, em Portugal, é complicado promover a música sacra contemporânea na liturgia. A verdade é que não há espaço para isso na liturgia! Por outro lado, actualmente, não existem edições ou revistas que promovam este tipo de composições mais elaboradas que, na realidade, não são assim tão inacessíveis às possibilidades dos cantores e coros. O que é preciso é trabalhar! A beleza não é sinónimo de simplicidade, e quando se trata de louvar a Deus, a exigência é sempre necessária. Dar o melhor daquilo que se consegue fazer!
Portugal não estagnou na música, novos estilos e novas sonoridades começam a ser recorrentes nas novas composições. Na liturgia, infelizmente é ainda muito escasso este tipo de composição. Mas existe...
É preciso incentivar este tipo de música! A música litúrgica não pode apenas viver apenas à custa da música do passado. Não se está a dizer que a composição litúrgica que se faz actualmente é de má qualidade e beleza, pelo contrário. Mas é preciso outros géneros, outras sonoridades...

Descobri recentemente um compositor chamado Pedro Miranda (1964 -). A sua obra  não é muito conhecida e o grau da sua qualidade não tem reflexo no seu reconhecimento. Tenho já algumas das suas composições, que aos poucos colocarei no blogue. Atrevam-se a experimentar!

Responsório breve da Liturgia das Horas para o tempo da Páscoa: "Gavisi Sunt Discipuli" da autoria de Pedro Miranda (1964 -).


Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Todos os Santos

Apresenta-se aqui a Liturgia das Horas musicada para a Solenidade de Todos os Santos. A música é da autoria de S. Cordeiro, irmão da comunidade Servos de Cristo Sacerdote.

Livro de Horas - Todos os Santos

Os Servos de Cristo Sacerdote são uma nova fundação de vida religiosa, iniciada no Porto (Portugal) na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, em 2008. A Comunidade encontra-se portanto en periodo de formação. O Instituto é essencialmente laical, ainda que possa chamar a alguns de seus membros ao sacerdócio para atender às necesidades das casas religiosas. Os Servos rezam diariamente o Oficio Divino, têm uma hora de Adoração ao Santíssimo e uma hora de meditação, professam diariamente o Símbolo dos Apóstolos, e veneram a São José con a recitação diária da sua ladainha, entre outros actos de piedade. Objecto de especial veneração são a Santíssima Virgem Maria, modelo da vida consagrada e de docilidade à Vontade de Deus, São José, São Bento e Santa Teresa de Jesus. Um dos fins específicos do seu carisma é fazer das suas vidas uma contínua oblação para a santificação dos sacerdotes da Igreja.
Os Servos levam uma vida semi-comtemplativa projectada a um rico apostolado. Especialmente, procuram promover nas comunidades cristãs mais pobres e necessitadas, a oração litúrgica da Igreja com vista a fazer da Eucaristia o verdadeiro centro de suas vidas. Formam e instruem grupos de oração e adoração eucarística, assim como ajudam os fiéis a exercitarem-se na Celebração da Liturgia das Horas. Estão presentes no Porto - Igreja dos Congregados (Portugal).


Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Totus Tuus Maria

E porque hoje, 13 de Outubro, é uma dia especial, aqui fica o "Totus Tuus Maria" tão especial do nosso Papa João Paulo II. A autoria é do padre António Cartageno.

Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Recebe a aliança

Recebe a aliança deste nosso amor.
Esta é a aliança que nos faz unir perante o Senhor.
Eu te agradeço, a ti, Senhor.

Mais uma música para a celebração do Matrimónio, mais concretamente para o ritual da entrega das alianças. "Recebe a aliança" é da autoria de Nuno Costa.


Interpretação do Grupo Vocal Ançã-ble e direcçção de Pedro de Miranda.

Domingo, 10 de Outubro de 2010

O Vos Omnes

O seguinte motete, "O Vos Omnes",  encontra-se inserido na obra: “Motetes para um tempo de Paixão” da autoria de Eurico Carrapatoso. É uma obra para soprano solista e coro a cappella, com uma duração aproximada de trinta minutos. Está dividida em catorze números, sete deles em latim e os outros sete em português. Os números em latim ( "Timor et tremor", "In monte Oliveti", "Tristis est anima mea", "Vinea mea electa," "Tenebrae factae sunt", "Caligaverunt oculi mei" e "O vos omes" ) alternam com harmonizações de velhas melodias populares portuguesas do quadro da Paixão, extraídas dos Cantares do povo português de Rodney Gallop e do Cancioneiro popular português de Michel Giacometti / Lopes-Graça.



Pode ouvir  o motete no seguinte vídeo. A interpretação é do Coro Officium e a direcção de  Pedro Teixeira:


Um grande obrigado ao compositor Eurico Carrapatoso por gentilmente ter cedido a partitura.

Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

O Senhor ressuscitou verdadeiramente

O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia
Glória e louvor a Cristo para sempre!
Canto Pascal da autoria do padre António Cartageno, para vozes mistas, tompete e címbalos.

                                                            

Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

Ferreira dos Santos




Cónego, maestro e compositor português, António Ferreira dos Santos nasceu a 26 de Junho de 1936, em Guidões, concelho de Santo Tirso, distrito do Porto.
Concluiu os estudos teológicos no Seminário Maior do Porto (1959) e, revelando um natural gosto e uma finíssima sensibilidade pela música, que o ambiente familiar alimentou, frequentou o Conservatório de Música do Porto. Em 1962, obtendo uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, foi estudar para Salzburgo e Munique com o objectivo de aperfeiçoar os seus conhecimentos musicais. Frequentou a Escola Superior de Música de Munique onde, em 1970, concluiu os Cursos de Música Sacra, de Órgão, de Direcção de Coros e de Composição.
Nesse mesmo ano de 1970, regressado a Portugal, iniciou, com uma equipa formada pelos Pe. Agostinho Pedroso e Pe. Manuel Amorim, várias actividades para dinamizar a vida musical portuense e renovar a música litúrgica e a liturgia na diocese do Porto. Nesse sentido, Ferreira dos Santos fundou vários coros dos quais se destaca o Coro da Sé do Porto (1971), o Coro da Câmara do Porto (1992) e o Coro Polifónico da Igreja da Lapa (1999). Criou ainda o agrupamento de metais e tímpanos Sollemnium Concentus (1973), a Orquestra de Metais do Porto (1990) e a Orquestra Sine Nomine (2000). Fundou o Boletim de Música Litúrgica (1971). Fundou também várias instituições de ensino, como a Escola Diocesana de Música Sacra e Liturgia, a Escola das Artes da Universidade Católica do Porto (1996) da qual foi director (1996-2001) e outras, culturais, tais como a Plurifonia 2001 (2001). Lançou o movimento pró-órgão, em Portugal, o que permitiu a restauração de vários órgãos antigos de tubos e a implantação de novos, como o Grande Órgão de Tubos da Sé do Porto (1985) e o Grande Órgão de Tubos da Igreja da Lapa (1995), também no Porto. Lançou ainda, em Portugal, o Curso de Pedagogia Musical Pierre Van Hawve e organizou o Segundo Festival Internacional de Música Ibérica, no Porto, em 1987. Desde 1988, organiza anualmente temporadas de concertos sobretudo nas quadras do Natal e da Páscoa, na Igreja N. Sra. da Lapa, no Porto, da qual é reitor desde 1982.
Ferreira dos Santos está igualmente ligado a várias organizações internacionais de música, como a Universa Laus e a Conferência Europeia das Organizações da Música Sacra da qual é membro fundador e da qual já foi presidente. É ainda sócio da Academia Nacional de Belas Artes, presidente da Comissão Nacional de Música Sacra, presidente da Comissão Nacional para a Recuperação dos Órgãos Históricos Portugueses (IPPAR), presidente do Secretariado de Liturgia da Diocese do Porto, professor do Seminário Maior do Porto e conferencista. Foi membro da Comissão Instaladora da Escola Superior de Música do Porto e da Culturporto - Associação de Produção Cultural da Câmara Municipal do Porto.
Como maestro, dirigiu centenas de concertos em Portugal e em Espanha (alguns com transmissão televisiva) dos quais se salienta os concertos de S. João e de Reis, executados com 300 a 500 coralistas pertencentes a vários coros da cidade do Porto.
Enquanto compositor, escreveu concertos para órgão, mais de 2000 obras litúrgicas, 10 obras corais sinfónicas, entre as quais se destacam o Requiem à Memória do Infante D. Henrique (1994, obra encomendada pelo Governo português) e as cantatas e oratórias, tais como As Obras de Misericórdia (1990), O Bom Pastor (1991), Cântico da Criação (1992), São João de Deus (1995), O Paraíso (1996) cujo texto se baseia na obra Verbo Ser e Amar (canto primeiro) do poeta António Correia de Oliveira, a Sinfonia Coral Sinfónica Transmontana, entre outras. Em todas essas obras demonstra um notável domínio da escrita vocal ou coral e instrumental. A sua obra musical, que vai do género erudito ao popular, reflecte a modernidade de Olivier Messiaen e as estruturas formais de inspiração barroca, como a vivacidade contrapontística, influenciadas sobretudo pelo seu compositor favorito, Johann Sebastian Bach. A grandiosidade vocal e instrumental exigidas nalgumas das suas obras deixam transparecer o gosto do compositor pelas grandes massas corais, provavelmente de acordo com o sentido do canto para grandes assembleias litúrgicas. De referir também o seu trabalho pedagógico pela música, não só junto da população, educando e sensibilizando na tradição musical da Igreja Católica, como também em acções pedagógicas, nas universidades e em estabelecimentos de ensino musical. Destaca-se ainda o seu empenho em promover jovens músicos no panorama musical português de que é exemplo Filipe Veríssimo, mestre capela da Igreja da Lapa desde 2002.
Ferreira dos Santos recebeu várias condecorações nacionais e estrangeiras, tais como a Grande Cruz de Mérito Cultural da Alemanha, o título de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, a Medalha de Ouro da Cidade do Porto e a Medalha de Mérito Cultural da Cidade de Santo Tirso.

                                                                                                                       In Infopédia

Sangue de Cristo

Sangue de Cristo, motete para coro a cappella a 4 v.m para a Semana Santa. Música da autoria de Manuel Faria (1916-1983) e letra de Moreira das Neves.

                                                           

A interpretação é do Grupo Vocal Ançã-ble (Coimbra) e a edição discográfica do Instituto Português de Santo António em Roma http://www.ipsar.org.
 

Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

Reinos da terra, cantai a Deus

Reinos da terra, cantai a Deus, entoai hinos ao Senhor,
ao Senhor que avança pelos céus altíssimos e faz ouvir a sua voz poderosa.
Reinos da terra, cantai a Deus.
                                                                                                                     

 

Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010

Alegrai-vos e Cantai

Partitura "Alegrai-vos e Cantai" da autoria do padre Azevedo de Oliveira.

                                                            

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Laundry Detergent Coupons